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10 de abril de 2020

Tratamento homeopático do vitiligo: um relatório de catorze casos

Imagem Internet Referência nas fontes

Tratamento homeopático do vitiligo: um relatório de catorze casos

Autores: Seema Mahesh, Mahesh Mallappa, Dionysios Tsintzas, George Vithoulkas
(Centro de Homeopatia Clássica, Vijayanagar, Bangalore, Karnataka, Índia)
Am J Case Rep 2017; 18: 1276-1283
DOI: 10.12659 / AJCR.905340


 O vitiligo, também conhecido como leucoderma, é uma doença autoimune da pele que resulta na perda de pigmento melanina. O vitiligo não é uma condição rara, mas é difícil de tratar e está associado a sofrimento psicológico.
 São apresentados 14 casos de vitiligo tratados com remédios homeopáticos individualizados, baseados em compostos vegetais, animais ou minerais. Havia 13 mulheres e um homem na série de casos, com idade média de 29,8 anos e seguimento médio do tratamento de 58 meses. O tempo médio entre o aparecimento do vitiligo e a primeira consulta em nossa clínica foi de 96 meses. O tratamento homeopático para os pacientes é holístico e foi realizado de forma individualizada, conforme descrito nesta série de casos. Imagens fotográficas da pele são apresentadas antes e após o tratamento.

CONCLUSÕES: Em 14 pacientes com vitiligo tratados com homeopatia individualizada, os melhores resultados foram alcançados nos pacientes tratados nos estágios iniciais da doença. Acreditamos que a homeopatia pode ser eficaz nos estágios iniciais do vitiligo, mas grandes estudos clínicos controlados são necessários nessa área.










5 de abril de 2020

Homeopatia na depressão pós parto


Tratamento homeopático da depressão pós-parto caso clínico:
Autores: Vitalie Văcăraş e outros. 

Alternativa Complementar baseada em Evid. Jul2017
Resumo:
A psicose pós-parto tem consequências duradouras para mãe e filho. Além da depressão, distúrbios do sono e da alimentação, exaustão, retraimento social e ansiedade, a depressão pós-parto também pode interferir no vínculo materno-infantil normal e afectar adversamente o desenvolvimento infantil. Relatórios recentes mostram que as mulheres grávidas mais afectadas hesitam em tomar medicamentos antidepressivos, comum a alta percentagem de interrupção do uso. Alguns autores sugerem que a relutância das mulheres grávidas em tomar antidepressivos deve incentivar os clínicos a discutir com seus pacientes o uso de intervenções psicológicas ou formas alternativas de tratamento. Neste artigo,é apresentado um caso de depressão pós-parto grave,tratada com sucesso com terapia homeopática. Considerando o alto incumprimento de mulheres que sofrem de depressão pós-parto com medicação antidepressiva convencional,justifica-se a pesquisa de métodos médicos complementares seguros. Um desses métodos deve ser a homeopatia.

A maioria dos estudos identifica três distúrbios psiquiátricos pós-parto: tristeza pós-parto,depressão pós-parto e psicose pós-parto. O blues pós-parto é um período auto limitado de humor instável e geralmente melhora durante as primeiras semanas pós-parto sem tratamento. É detectado em 39%a 85% das mulheres após o parto.
As manifestações clínicas da depressão pós-parto incluem distúrbios do sono,alterações de humor,mudança de apetite,medo de prejudicar o bebé,extrema preocupação e preocupação com o bebé,tristeza,choro excessivo,sentimentos de culpa e desamparo,dificuldades de concentração e perturbações da memória,perda de interesse em actividades diárias e pensamentos recorrentes de morte,que podem incluir ideia suicida. Afecta 10%a 15% das novas mães.
A psicose pós-parto é uma condição rara, mas grave,que ocorre em 1 a 2 mulheres por 1.000,dentro de 2 dias a 4 semanas após o parto.

Foi sugerido que é uma apresentação aberta do transtorno bipolar,programado para coincidir com mudanças hormonais a pós o parto.
Marcado por início rápido,instabilidade de humor,pensamento desorganizado,alucinações e delírios,coloca as mulheres em risco significativo de auto-agressão,prejudicando os seus recém-nascidos,baixa auto-estima a longo prazo e vínculo mãe-bebé pobre.
A psicose pós parto traz consequências duradouras para mãe e filho.
Além do sofrimento e do comprometimento associados a esse distúrbio,existem riscos de longo prazo associados à doença, incluindo aumento do risco de recorrência de psicose peri parto e não peri parto com aumento da carga da doença e episódios depressivos subsequentes.
Além disso, os filhos de mães com psicose peri parto estão em maior risco de atrasos no desenvolvimento e problemas comportamentais.
A gravidade da doença mental pós-parto é destacada pelos resultados de um estudo realizado no Reino Unido entre 1994 e 1996, que mostrou que 12% das mortes maternas foram devidas a doenças psiquiátricas 10%por suicídio,tornando-a a maior causa única de morte pós-parto. Este estudo também mostrou que o suicídio pós-parto, em contraste com o suicídio de mulheres em geral,geralmente é praticado por meios violentos e não por overdose de drogas.
O subtratamento generalizado da depressão perinatal é motivo de preocupação,tendo em vista os muitos riscos para mulheres e bebés em desenvolvimento,incluindo atraso de crescimento intra-uterino,baixo peso ao nascer e parto prematuro.
A relutância das mulheres grávidas em tomar antidepressivos deve incentivar os médicos a discutir com seus pacientes o uso de intervenções psicológicas e formas alternativas de tratamento-terapia de luz, massoterapia, suplementação de ácidos gordos ómega-3 e outros. Os pesquisadores estão começando a estudar terapias complementares e alternativas para a depressão pós-parto,afim de ampliar o escopo dos tratamentos naturais e alcançar mais mulheres.
A vantagem destes métodos é a falta de impacto negativo sobre as crianças a curto prazo ou a longo prazo e a possibilidade que possam afetá-los positivamente.
Eles também não apresentam efeitos colaterais graves no parto durante a gravidez ou após o parto. Além disso,as mulheres estão mais dispostas a usar esses métodos,uma vez que são consideradas seguras. Apresentamos um caso de depressão pós-parto grave que foi tratada com sucesso com homeopatia.

Apresentação do caso:
 Uma estudante de medicina primípara de 25 anos de idade,no 14º dia de pós-parto, foi internada na clínica psiquiátrica do Departamento de Neurociência do Hospital de Emergência do Condado de Cluj-Napoca, Roménia, com sintomas psicopatológicos dominados por agitação psicomotora,comportamento desorganizado,delírio alucinatório,solilóquio, dissociação ideo-verbal e agressão. A paciente tinha história de um primeiro episódio aos 17 anos,quando respondeu bem ao tratamento antipsicótico e antidepressivo. O tratamento foi interrompido 2 anos depois,e um segundo episódio ocorreu 18meses depois. Ela seguiu o tratamento indicado por  mais 3anos. Aos 23 anos,ela ficou grávida. A evolução de sua gravidez foi normal, com uma necessidade exagerada de dormir. Na admissão,o paciente apresentava um olhar bizarro e fixo,evita contacto visual,imitação e gesto hipomóvel, baixo limiar perceptivo,possíveis alucinações auditivas e visuais complexas,alucinações olfactivas, aprosexia concentrativa com hiperprosexia centrada em temas delirantes e alucinatórios,dissociação ideo-verbal,idéias delirantes paranóicas de interpretação,perseguição,mística, labilidade emocional,achatamento afetivo, negativismo motor e verbal,instintos diminuídos e insónia mista.  A avaliação diagnóstica de rotina,incluindo exame físico,estudos laboratoriais e tomografia computadorizada cerebral,eram normais. A paciente pontuou 24/30 na Escala de Depressão Pós-natal de Edimburgo,uma escala de auto relato de 10 itens ( pontuada de 0 a 3) projectada para identificar mulheres com sintomas depressivos(pontuação de corte para identificar uma mulher como depressiva:≥13);nas três sub escalas da Escala de Síndrome Positiva e Negativa usada para avaliar a intensidade dos sintomas da esquizofrenia, ela pontuou da seguinte forma: Escala de Escala Positiva,39/49;Escore de Escala Negativa,42/49;Escala Geral de Psicopatologia,72/16-112; ela pontuou 45/100 na Escala Global de Avaliação da Funcionalidade, uma escala numérica usada para avaliar subjectivamente o funcionamento social,ocupacional e psicológico dos adultos;e 6/7 na escala de Impressão Clínica Global, que mede os resultados clínicos quanto à gravidade dos sintomas e eficácia do tratamento em indivíduos com psicoses. 
O tratamento foi iniciado com haloperidol (10mg/dia), olanzapina (20mg/dia) ediazepam (30mg/dia) e mantido durante os 8 dias de hospitalização no departamento. Devido à depressão persistente,a terapia eletro convulsiva foi proposta,mas rejeitada pela paciente e sua família,que optaram pelo tratamento homeopático. A pedido deles,a paciente recebeu alta por sua própria responsabilidade. No dia da alta,iniciou-se o tratamento homeopático,usando Agnus Castus 30C,7grânulos sublingualmente duas vezes ao dia. Os primeiros 2 dias de tratamento foram caracterizados por uma reacção prolongada do sono,como paciente acordado apenas para comer. A partir do terceiro dia,observou-se uma melhoria impressionante,na qual desapareceram a agitação psicomotora,alucinações distúrbios comportamentais.O terceiro dia também foi caracterizado pelo desaparecimento de todos os outros sintomas psiquiátricos-mania de perseguição,alucinações e agitação psicomotora.Uma leve sonolência e desorientação do tempo e do espaço ainda podiam ser observadas. A partir do quinto dia,ela voltou a cuidar do bebé.Três semanas após o início do tratamento,todos os sintomas desapareceram e o tratamento foi interrompido.
Sua reintegração social e familiar foi concluída após cerca de 2 semanas. Após 4 semanas de tratamento,ela obteve 10 pontos na Escala de Depressão Pós-natal de Edimburgo. Nas três sub escalas da Escala de Síndrome Positiva e Negativa,ela pontuou da seguinte forma: Escala de Escala Positiva,14;E scorede Escala Negativa,17;e General Psychopathology Scale,35.Ela obteve 80 pontos na escala Global Assessment of Functionality Scalee 2 na escala Clinical Global Impression. Hoje,9 meses após a hospitalização e 8 meses após a interrupção do tratamento,a paciente está livre de queixas, apesar de sofrer um período estressante quando fez o exame médico de licenciamento-no qual obteve um alto grau. Actualmente,ela está passando por uma segunda gravidez sem problemas!

Conclusão: A homeopatia é um sistema médico baseado em duas teorias: "semelhante cura semelhante" uma doença pode ser curada por uma substância que produz sintomas semelhantes em pessoas saudáveis;e a“lei da dose mínima”.
A homeopatia não é um método indicativo no qual um medicamento trata uma doença.É,antes,um método no qual a medicina é adaptada a cada indivíduo. No entanto,Vithoulkas descreveu em 2008 que Agnus castus é um remédio que pode ser apropriado para o tratamento da depressão pós-parto.
A melhora drástica da condição do paciente com o uso de medicamentos homeopáticos foi corroborada por todos os parâmetros avaliados pelas três escalas utilizadas rotineiramente neste departamento e neste caso. Como esperado na medicina homeopática,não foram observados efeitos colaterais. A pesar do período estressante que se seguiu ao tratamento(nova maternidade.)
Declaração de interesses: Os autores declararam não haver potenciais conflitos de interesse com relação à pesquisa, autoria e/ou publicação deste artigo.

Fonte: https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/2156587216682168?url_ver=Z39.88-2003&rfr_id=ori%3Arid%3Acrossref.org&rfr_dat=cr_pub++0pubmed

3 de abril de 2020

Homeopatia - Estudo sobrepeso e obesidade em adolescentes

Eficácia da homeopatia numa intervenção multidisciplinar para sobrepeso ou obesidade em adolescentes - protocolo de estudo para um estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo.

Resumo

FUNDO:

 As recomendações aturais para o tratamento da obesidade na adolescência incluem uma abordagem abrangente (nutricional, comportamental e de exercícios)
Calcarea carbonica ostrearum  é um medicamento homeopático geralmente prescrito em indivíduos obesos, mas seus efeitos no peso e na gordura corporal não são completamente conhecidos.

OBJETIVO:

 O objectivo deste estudo será avaliar a eficácia do remédio homeopático , além de uma intervenção multidisciplinar (dieta, suporte motivacional e programa de exercícios), sobre gordura e peso corporal em adolescentes obesos.

MÉTODOS / PROJETO:

Será realizado um estudo de superioridade, randomizado, controlado por placebo, duplo cego, em grupo paralelo, com duração de 3 meses. O estudo será realizado em um hospital público de pesquisa na Cidade do México, Hospital Juárez de México, nos serviços ambulatoriais de homeopatia e medicina desportiva. Oitenta adolescentes não diabéticos, de 12 a 19 anos, com sobrepeso ou obesidade, serão incluídos. O desfecho primário: alteração no percentual de gordura corporal na semana 12. Os desfechos secundários: alteração no peso total médio, índice de massa corporal total, índice de massa gorda, razão cintura-quadril, massa muscular magra, glicemia de jejum, insulina, resistência à insulina, lipídios perfil, escore da Escala de Depressão do Centro de Estudos Epidemiológicos Revisada (CESD-R) e escore de Transtornos Emocionais Relacionados à Ansiedade Infantil (SCARED) na semana 12. Os dados de eficácia serão analisados ​​na amostra com intenção de tratar. Para determinar a diferença nos resultados entre os grupos na linha de base e na semana 12, os dados serão analisados ​​usando oteste t .

DISCUSSÃO:

 Este é o primeiro estudo controlado randomizado, com o objectivo de determinar a eficácia de redução de gordura em adolescentes obesos de com um medicamento homeopático.
 É uma tentativa de apoiar evidências científicas em homeopatia para uma das doenças crónicas mais comuns, que causa alta mortalidade devido a suas complicações. 

30 de março de 2020

Homeopatia nas epidemias



HOMEOPATIA NAS EPIDEMIAS

A homeopatia foi estabelecida em seus princípios pelo médico alemão Samuel Hahnemann em 1796. Desde então, tem sido utilizada no tratamento dos indivíduos, tanto em nível curativo quanto preventivo, em indivíduos isolados ou em populações. Uma das formas pelas quais ela se manifesta é atuando nas epidemias, usando um método descrito pelo próprio Hahnemann. No Brasil, existem diversos relatos de atuação da homeopatia frente às epidemias; e, na história recente da saúde no Brasil, diversos tipos de intervenções homeopáticas em epidemias foram registados.

 Sabemos que, no Brasil, a homeopatia tem actuado nas epidemias desde sua introdução, em 1843. Mas, como se dá a intervenção homeopática nas epidemias? Como ela opera, quais seus princípios diagnósticos e terapêuticos, quais as resistências a que se lhe opõem? Enfim, qual a efectividade de suas acções para a saúde pública, analisando suas possibilidades e limites? 
Este trabalho propõe-se a responder a essas questões partindo de uma revisão histórica das intervenções homeopáticas nas epidemias no Brasil desde 1974, através do estudo aprofundado de um caso: a atuação homeopática do Grupo de Estudos Homeopáticos de São Paulo “Benoit Mure” (GEHSP Benoit Mure) em três epidemias de locais e épocas diferentes: Meningite em 1974 (na cidade de Guaratinguetá/SP); Dengue, em 2007 (em Penápolis/SP); e Dengue, em 2010 (nas cidades de Penápolis/SP, Pereira Barreto/SP e Iporá/GO). 
Este grupo foi escolhido pela sua expressividade, pois nas suas acções foram alcançadas cerca de 100 mil pessoas, e por usar a mesma metodologia por mais de 35 anos.

Na Homeopatia, o medicamento, funciona como uma espécie de antígeno, causa sempre sintomas semelhantes ao que deseja curar ou prevenir. Além disso, o medicamento não é específico à doença a ser prevenida, mas sim ao conjunto de sintomas que a maioria dos doentes apresente durante determinado surto epidémico. 

Exemplificando, caso tenhamos duas epidemias de uma mesma doença na mesma população (em épocas diferentes), o medicamento utilizado pode não ser o mesmo. 

A escolha do medicamento mais adequado para a profilaxia de uma determinada epidemia (ou surto) em uma população vai depender do conjunto de sintomas apresentados por aquela população na ocasião de cada surto e em cada momento específico. 

A este medicamento assim individualizado, como vimos, dá-se o nome de génio epidémico (Hahnemann, 2006; 2007). Foi deste modo que se impediu a propagação da escarlatina na Alemanha no séc. XVIII: com a utilização de Belladonna, um medicamento homeopático que cobria bem os sintomas daquela doença naquela ocasião. Em outras palavras, Belladonna foi o génio epidémico daquela epidemia (Hahnemann, 2007). Da mesma forma, Hahnemann identificou o medicamento Aconitum napellus para o tratamento da púrpura miliar em 1801 (Hahnemann, 2007). Hahnemann publicou pela primeira vez seus resultados na profilaxia de escarlatina com Belladonna no ano de 1799 (Hahnemann, 2006).

(...) Autor PAULO SERGIO JORDÃO DARUICHE

22 de março de 2020

Pesquisas Homeopatia



O autor e homeopata Robert Medhurst apresenta novo resumo sobre pesquisas em homeopatia.
A homeopatia teve mais do que seu quinhão de críticas ao longo dos séculos, pois foi usada em todo o mundo para aliviar as pessoas de suas doenças. Para novos usuários potenciais da homeopatia, pode ser benéfico saber que existe um grande corpo de evidências objectivas para a prática da homeopatia, e alguns exemplos recentes disso se seguem.



Estudos Humanos 

Ferreri R. et ai. A experiência clínica no centro de medicina integrada do Hospital Pitigliano usando formulas homeopáticas magistrais: resultados em pacientes em ambulatório afectados por doenças crónicas e considerações sobre o modelo de atendimento crónico integrado à abordagem homeopática. Homeopatia, 2016, 105, 14. Uma equipe italiana registou os resultados do tratamento de pessoas que sofrem de doenças crónicas usando produtos combinados preparados homeopaticamente. Os dados de 1600 pessoas foram colectados e avaliados por meio da escala Edmonton, SF12, avaliações de desempenho familiar e no trabalho. Em termos gerais, os resultados foram os seguintes. Para síndromes respiratórias recorrentes, foi observada uma redução média de 85% no uso de terapias convencionais (antibióticos, anti-asmáticos e corticosteróides). Em pessoas que sofrem de distúrbios reumáticos, notaram-se reduções na dor, bem como uma redução no uso de medicamentos convencionais. Para aqueles que apresentaram zumbido, observou-se uma redução média dos sintomas de 45%. 
van Heerden HJ, Razlog R, Pellow J. Estudo piloto sobre o tratamento homeopático da compulsão alimentar em homens. Alth Ther in Health and Med, 2016, 22 de abril, supl. 1: 8-13. Este trabalho da Universidade de Joanesburgo, na África do Sul, procurou medir a eficácia do tratamento homeopático individualizado para a compulsão alimentar em homens adultos. Foi utilizado um período inicial de 3 semanas, seguido de um período de tratamento de 6 semanas e a avaliação foi realizada usando um calendário de auto avaliação (SAC), registando a frequência e a intensidade do binging, a Binge Eating Scale (BES), uma avaliação psicométrica de gravidade e análise de caso avaliando mudanças com o tempo. 10 homens diagnosticados como comedores compulsivos receberam tratamento homeopático individualizado. O estudo encontrou uma melhoria estatisticamente significativa em relação ao BES e ao SAC, com um grande tamanho de efeito, 
van Haselen R. et ai. A eficácia e segurança de um medicamento homeopático em infecções pediátricas do trato respiratório superior com febre: um estudo controlado randomizado. Global Pediatric Health, 2016, 3, 1–11. Os autores deste estudo investigaram a eficácia clínica de uma terapia complementar homeopática em uma sub população pediátrica com infecções do trato respiratório superior (ITRI). Os pacientes receberam tratamento padrão sintomático sob demanda (grupo ST) ou o mesmo ST mais um medicamento homeopático (Influcid; grupo IFC) por 7 dias. A avaliação dos resultados foi baseada na resolução de sintomas e febre e no Wisconsin Upper Respiratory Symptom Survey – 21 (WURSS-21). Um total de 261 crianças (<12 anos) (130 do grupo IFC; 131 do grupo ST) foram recrutadas na Alemanha e na Ucrânia. Uma análise dos resultados desta pesquisa constatou que o grupo IFC utilizou medicação menos sintomática, sintomas resolvidos significativamente mais cedo, que apresentavam proporções mais altas de crianças sem febre a partir do dia 3. 
Grimaldi-Bensouda L. et al. Prática Médica Homeopática para Ansiedade e Depressão na Atenção Primária: O Estudo de Coorte EPI3. Este estudo francês comparou o uso de drogas psicotrópicas convencionais entre pessoas que procuram atendimento para transtornos de ansiedade e depressão (DDAs) de clínicos gerais (GPs) que prescrevem estritamente medicamentos convencionais (GP-CM) , prescrevem regularmente a homeopatia em uma prática mista (GP-Mx) ou são GPs homeopáticos certificados (GP-Ho). A avaliação foi realizada através da Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS), conforme as avaliações foram realizadas na linha de base e aos 1,3 e 12 meses. 710 pessoas que preencheram os critérios de inclusão participaram do estudo. Os autores concluíram que os pacientes com DDA, que optaram por consultar os médicos que prescreviam homeopatia, relataram menos uso de drogas psicotrópicas e eram marginalmente mais propensos a experimentar melhora clínica do que os pacientes tratados com tratamento convencional. 
Rossi E, et al. Terapia homeopática em doenças atópicas pediátricas: resultados de curto e longo prazo. Homeopatia, 2016, 105, 3, 217-224. Uma equipe italiana estudou os resultados de doenças atópicas (dermatite atópica, rhintis atópica e asma) em 857 crianças tratadas com homeopatia na Clínica Homeopática de Lucca (Itália) e relatou resultados a longo prazo após aproximadamente um período de 8 anos. Os resultados mostraram que 75,8% das crianças atópicas apresentaram melhora moderada ou maior (67,1% com asma como doença primária; 84,2% de rinite; 84,2% de dermatite). Na reavaliação após 5 a 10 anos, foi obtida remissão completa dos sintomas atópicos em 70,1% das crianças: 84,2% em dermatite; 48,1% em rinite alérgica; 71,4% em asma. Crianças com duas ou três doenças atópicas na primeira consulta foram completamente curadas em 40% dos casos. 
Beghi GM, Morselli-Labate AM. A medicina homeopática tem um efeito preventivo nas infecções do trato respiratório? Um estudo observacional da vida real. Medicina Respiratória Multidisciplinar, 2016, 11, 12. O objectivo deste estudo observacional controlado foi investigar o papel de um medicamento preparado homeopaticamente (Anas barb) na prevenção de infecções do trato respiratório (ITR). Os autores analisaram dados de 459 pessoas que sofrem de ITRs, 248 das quais foram tratadas com Anas e 211 não foram tratadas. Todos foram acompanhados por no mínimo 1 ano e no máximo 10 anos. Uma redução significativa na frequência de início de ITRs foi encontrada no grupo de medicamentos homeopáticos e no grupo não tratado. A redução no número médio de episódios de ITR durante o período de observação versus o ano anterior à inclusão no estudo foi significativamente maior no grupo tratado com homeopáticos do que nos pacientes não tratados. 


Estudos In Vitro

1. Mondal J, Samadder A, Khuda-Bukhsh AR. Psorinum 6X desencadeia sinais de apoptose em células de cancro de pulmão humano. J Integr Med, 2016, 14 de março, 2, 143-153. Este estudo controlado foi conduzido para examinar os efeitos in vitro do medicamento homeopático, Psorinum 6X, nas células cancerígenas. As linhas celulares de cancro, incluindo A549, HepG2 e MCF-7, foram expostas ao Psorinum 6X preparado homeopaticamente ou a um controle, e os resultados foram avaliados usando um brometo de 3- (4,5-dimetiltiazol-2-il) -2,5-difeniltetrazólio ensaio. A linhagem celular que exibiu o maior nível de inibição foi selecionada e usada em outros ensaios para examinar a parada do ciclo celular, morte celular (apoptose), geração de espécies reativas de oxigênio (ERO) e alteração no potencial da membrana mitocondrial (MMP), com avaliação realizada por citometria de fluxo e microscopia de fluorescência. A expressão de várias proteínas sinalizadoras relacionadas à apoptose e sobrevivência celular foi quantificada com Western blotting e microscopia confocal. Além disso, a espectroscopia de dicroísmo circular (CD) foi usada para determinar possíveis interações medicamento-DNA, bem como a indução de alterações conformacionais. Os resultados mostraram que o Psorinum 6X desencadeou apoptose nas células A549, tanto por meio de regulação positiva quanto negativa de proteínas de sinalização relevantes, incluindo p53, caspase-3, Bax e Bcl-2.(Robert Medhurst é o autor do The Repertory Homeopathic Clinical Concordant, que foi formado inteiramente a partir de remédios confirmados clinicamente.)

Fonte: https://hpathy.com/scientific-research/more-research-into-homeopathy/?utm_content=bufferc9e93&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

14 de outubro de 2018

Constituições Homeopáticas

Nomes dos Medicamentos Homeopaticos e as suas Abreviaturas


Nomes  dos Medicamentos Homeopaticos e as suas Abreviaturas



Abrus precatoria ....................... Abr. prec.

Abisinthium .............................. Abs.

Aceti-acidum..............................  Acet-acid.

Acetum .................................... Acet.

Acidum formicarum .................. Acid-for.

Acidum benzoicum ...................  Acid-benz.

Aconitum napellus ...................  Acon.-nap.

Ægiphila salutaris ................... Ægiph-salut.

Ægopodium podagraria ........... Ægop-pod.

Æthusa cynapium ...................  Æth- cyn.

Agaricus muscaris .................... Agari-musc.

Agaricus cyprinus ..................... Agari-cyp.

Agaricus emeticus .................... Agari-emet.

Agaricus laricus ........................ Agari-lar.

Agave americana .................... Agav-am.

Agnus castus .......................... Agn.-cas.

Allamanda cathartica .............. Allam.-c.

Aloes gummi .......................... Alo-gum.

Alium sativum ......................... Ali-sat.

Alistonia .................................  Alist.

Alumina ................................  Alum.

Ambra grisea .........................  Amb.-gris.

Ammoniacum gummi ............  Amm-gum.

Ammoniacum carbonicum .....  Amm-c.

Ammoniacum causticum ........ Amm-caust.

Ammoniacum muriaticum ...... Amm-mur.

Amphisbœna ......................... Amph.

Anacardium orientalis ............ Anac.-or.

Anani (leite) .......................... Anan.

Angico (resina) ................... ... Angic.

Angustura ............................. Angust.

Aya pana ............................... Aya-p.

Angustura spuria .................. Angust-spu.

Anisum stelatum ................... Anist-st.

Antae oleum ......................... Ant-ol.

Antrokokali ........................... Antrok.

Antimonium crudum ............ Antim-crud.

Antimonium metallicum ....... Antim-m.

Antimonium tartaricum ........ Antim-tar.

Arachys sylvestris .....................  Arach-s.

Archangelica .............................  Archan.

Areca betel ...............................  Arec-b.

Argentum .................................. Arg.

Argentum nitricum ................... Arg-n.

Argonome-mexicana .................  Argom.m.

Aristolochlia cymbifera .............. Arist.-cy.

Armoracia ................................... Armor.

Arnica montana .......................... Arn.

Arsenicum album ....................... Ars-alb.

Arsenicum cetricum ................... Ars-c.

Arsenicum metallicum ............... Ars-met.

Arsenicum rubrum ................... Ars-rub.

Arsenicum hydrogenisatum ....... Ars-hyd.

Artemisia vulgaris ....................... Artem-v.

Asa-fœtida .................................. Asa-fœt.

Asarum europeum ..................... Asar.

Asclepia acurassavica .............. Asclep-acur.

Asclepia asthmatica ...............  Asclep-asth.

Asclepia gigantea ...................  Asclep- gig.

Asparagus ................................... Aspar.

Athamantha ............................... Atham.

Atriplex olida .............................. Atrip-ol.

Aurum foliaticum ........................ Aur-fol.

Aurum fulminans ........................ Aur-fulm.

Aurum muriaticum ...................... Aur-mur.

Aurum sulfuricum ........................ Aur-sulf.

Barbus .......................................... Barb.

Barbosina ..................................... Barbos.

Baryta acetica ...............................Bar-acet.

Baryta carbonica ........................ Bar- carb.

Baryta muriatica ..........................  Bar-m.

Badigage ...................................... Badig.

Boletus cervinus ....................... Bolet-cerv.

Belladona atrapa .......................... Bell.

Berberis vulgaris ........................... Berb-v.

Bilis corvis ..................................... Bil-cor.

Bi-chromatico de potassa ..........Bichropot.

Bismuthum .................................... Bismut.

Blatta americana .................. Blatt.

Bombix anellum ................... Bomb.an.

Borax veneta ........................ Bor.

Bovista ................................. Bov.

Bolla de porco do mato.......  Bol-p. do mat.

Bromium ............................. Brom.

Brucca-ante-dysenterica ..... Bruc.

Bryonia alba ........................ Bry.

Bryonia cordatefolia ............ Bry-cod.

Bufo sahytiensis ................... Buf-sahy.

Cactus opuntea ................... Cact-op.

Cactus-grandi-florus ............ Cact-gr flor.

Cadmium sulfuricum ........... Cadm-sulf.

Caladium pendulinum ......... Cal-pend.

Caladium sanguinum ........... Cal-s.

Calcarea acetica ................... Calc-acet.

Calcarea carbonica .............. Calc-car.

Calcarea caustica ................. Calc-caus.

Calcarea muriatica ............... Calc-m.

Calcarea phosphorica ........... Calc-ph.

Calcarea sulfurica ................ Calc-sulf.

Calendula officinalis ............ Calend-off.

Camphora ............................ Camph.

Canna angustifolia ............... Can-ang.

Canna do brejo de flôr roxa... Can-brej.

Cannabis indica ..................... Can-ind.

Cannabis sativa ....................  Can-sat.

Cancer fluviatus .....................Canc-fl.

Cancercinium .........................Cancer.

Canchrorum  oculi ..................Canc-oc.

Cantharis ................................Canth.

Capsicum annum ....................Caps-an.

Carbo animalis ........................Carb-an.

Carbo vegetabilis .................... Carb-veg.

Carbo mineralis ....................... Carb-m.

Cascarilla ................................. Casc.

Cartanea ................................. Cartan.

Castoreum .............................. Cast.

Causticum ............................... Caust.

Cerium .................................... Ceri.

Cervus brasilicus ..................... Cerv-b.

Chamomilla vulgaris ............... Cham.

Chelidonium majos ................ Chel-m.

Chenopodium ambrosiades ... Chen-amb.

Chenopodium botris ............... Chen-b.

Chenopodium vulvaria .............. Chen-vulv.

Chenopodium glaucum ..............Chen-gl.

Chimarrhis cymosa .................... Chimar-cy.

Chiococa anguisida .....................Chioc-ang.

Chiococa racemosa ......................Chioc-rac.

China officinalis ............................. Chin-off.

China cetrica ............................... ..Chin-c.

Chininum sulfuricum ................... Chin-sulf.

Cicuta virosa ..................................Cicut.

Cina ................................................ Cin.

Cinnabaris ...................................... Cinnab.

Cinnamomum ........................... Cinnamom.

Cistus canadensis ........................... Cist.

Citricum acidum ........................... Citr-acid.

Cynoglossum ...................................Cynogl.

Cynaria scolimus ........................... Cyn-scol.

Cynomorium coccinum ..................Cyn-coc.

Clematis erecta ..............................Clemat.

Clusea rosina ................................. Clus-ros.

Coccionella septempumtatar ........ Coccion.

Cocculus .........................................Cocc.

Coccus cacti ..................................Cocc-cac.

Coffea cruda ...................................Coff-cr.

Coluber jararará ...........................Colub-jar.

Coluber jararará preguiçosa.........Col-jar-pr.

Coluber surucucú ............................Col-sur.

Colchicum antumnale .....................Colch.

Colocynthis ..................................... Coloc.

Colocynthis paulistani ................Coloc-paul.

Colocynthis paraensis .....................Coloc-p.

Como cladia angulosa .......... Com-clad-ang.

Conium maculatum ........................ Con-m.

Contrayerva  .................................. Contray.

Convolvulus arvensis ................ Convol-arv.

Convolvulus duartinius ...............Convolv-d.

Copahivæ balsamum ......................Cop-bal.

Corallia rubra .....................................Coral.

Corium vulgaris culuber ..............Cori-vulg.

Cortex sambuci  ....................... ...Cort-sam.

Crescentia cujete ........................Cresc-cuj.

Crypto gamus  ...............................Cry-gam.

Costos spicatus ......................Cost-spicatus.

Crocus sativos .................................Croc-s.

Crotalus cascavel ............................ Crot-c.

Cortes preciosa ...............................Cort-p.

Croton campestre ......................Crot-camp.

Croton eleuteria ........................Crot-eleut.

Croton fulvum ...............................Crot-ful.

Cubebae ........................................Cub.

Cuprum metallicum .....................Cupr-met.

Cuprum aceticum ........................Cupr-acet.

Cuprum carbonicum ...................Cupr-carb.

Cuprum arsenioso .........................Cupr-ars.

Cuprum sulfuricum ........................Cupr-s.

Cyclamem europeum ....................Cycl-eur.

Daphne indica ................................Daph.

Dattes .............................................Datt.

Delphinus amasonicus ...................Delph.

Dermophylla-pendalina............Derm-pend.

Diadema aranea ............................Diad.

Dictamus ....................................... Dict.

Digitalis brasiliensis .......................Dig-b.

Digitalis purpurea .........................Dig-p.

Drosera rotundifolia ......................Dros.

Dulcamara .....................................Dulc.

Druparia racemosa .......................Drup-rac.

Elaps corallinus ..............................Elaps.

Eleis guineensis...............................Ele.

Erithroxilon sativa .........................Erith-sat.

Ether sulfurique .............................Eth-s.

Ereca brassica ................................Erec-br.

Eugenia jambos ............................. Eug.

Euphorbium officinalis ..............Euphor-off.

Euphorbia capetata ..................Euphor-c.

Euphrasia officinalis .......................Euphor.

Evonymus europeas .......................Evon.

Ferrum magneticum .......................Ferr-m.

Ferrum metallicum ..........................Ferr-m.

Ferrum muriaticum ......................Ferr-mur.

Ferrum aceticum ..........................Ferr-acet.

Ferrum carbonicum .................... Ferr-carb.

Ferrum iodotum ...........................Ferr-iod.

Ferrum sulfuricum .......................Ferr-sulf.

Ferrum oxidatum hydratum.....Ferr-ox-hyd.

Felix mas ........................................Fel-m.

Fragaria vesca ................................Frag.

Fumaria officinalis .........................Fum-off.

Gadus morrhua..............................Gad-m.

Galba colophyllum ........................Gal-col.

Galsobdolon  ................................Gals.

Galium album ..................................Gal-al.

Galium lævigatum ............................Gal-læ.

Guaræa trichilisides .......................Gaur-tri.

Guatimala balsamum .....................Guat-b.

Genisla scoparia ..............................Gen.

Gentiana lutea .................................Gent.

Geoffroya vermífuga ........................Geof.

Gins-eng ...........................................Gins.

Gossipium ........................................Goss.

Granatum .........................................Gran.

Graphites..........................................Graph.

Gratiola officinalis ............................Grat.

Grilus ................................................Gril.

Guaiacum officinale .........................Guai.

Guanus australis ..............................Guan.

Guy de chene....................................Guy.

Gynandria jacutinga .....................Gyn-jac.

Hæmatoxilum camp..........................Hæm.

Hedysarum  ildefonsianum ...............Hedy.

Hypo-phosphito de cal ...................Hyp-p-c.

Hydrocyanato ferrurado de china...Hydcy-f-chin.

Helianthus annus .........................Helian-an.

Helleborus niger ...............................Hell-n.

Hepar sulfuris calcareum ...................Hep.

Hepar arguillæ................................Hep-arg.

Heracleum spondilium ........................Hera.

Hippomane mancinella........................Hipp.

Hydrocyani acidum...............................Hyd.

Humulus lupulus .........................Hum-lup.

Hura brasiliensis ................................Hur-b.

Hyosciamus niger ..............................Hyosc.

Ignatia amara .........................................Ign.

Indegofera tinctoria ......................Ind-tinct.

Indigo .....................................................Ind.

Iodium ...................................................Iod.

Iodureto de potassa ...........................Iod-p.

Ipecacuanha .........................................Ipec.

Itú resina ..............................................Itú-r.

Iris fœtedissima................................Iris-fœ.

Iwarancurla .............................................Iw.

Jacarandá Brasiliensis.....................Jacar-br.

Jacarandá peteroides ...................Jacar-pet.

Janipha manihot ............................Jan-man.

Jalapa ......................................................Jal.

Jalapa magisterium ........................ Jal-mag.

Jatropha curcas ..............................Jatroph.

Julgans regia ...................................Jul-reg.

Kalmia latifolia.................................Kalm-l.

Kali carbonicum ..............................Kal-c.

Kali causticum ..............................Kal-caust.

Kali chloricum ..................................Kal-chl.

Kali hydriodicum ..............................Kal-hy.

Kali bichromatum..........................Kal-bich.

Kali bromicum ..............................Kal-brom.

Kali hydrocyanicum .......................Kal-hydr.

Kali nitricum ....................................Kal-nit.

Kali oxalicum ...................................Kal-oxa.

Kreosotum ........................................Kreos.

Lactas Ferri ........................................Lact-f.

Lactuta virosa ....................................Lact.

Lagenaria  silvestris ............................Lag.

Lampiris itoloca ..............................Lamp-it.

Laminum album ...............................Lami.

Lapatum pratens............................Lapth-pr.

Laurocerasus .....................................Laur.

Laurus cinnamomum .....................Laur-cin.

Ledum palustre ..................................Led.

Lichen islandicus ...............................Lic-isl.

Lycoctonum ......................................Lycoct.

Limax ...................................................Lim.

Lobelia inflata ......................................Lob.

Lycopodium clavatum ..........................Lyc.

Lepidium bonariensi ......................Lep-bon.

Liquiritia .............................................Liquir.

Magnesia calcinada......................Magn-cal.

Magnesia carbonica...................Magn-carb.

Magnesia muriatica ....................Magn-m.

Magnesia sulfurica ......................Magn-s.

Magnolia plumieris .....................Magno-p.

Manganum .................................Mang.

Mammia americana ...................Mam-a.

Manihot candida ........................Manih-c.

Melastoma akermani .................Mel-ak.

Melolontha vulgaris ...................Mel-vulg.

Menyanthes trifoliata ................Meny.

Mephites putorius .....................Meph.

Margarita ..................................Marg.

Mormodica balsâmica ..............Mom-bal.

Mercurius vivus ........................Merc-viv.

Mercurius acetatus ....................Merc-acet.

Mercurius  dulcis .......................Merc-dul.

Mercurius precipitatus albus.....Merc-p-alb.

Mercurius precipitatus ruber ....Merc-p-r.

Mercurius solubilis de Hahan.....Merc-sol.

Mercurius sublimatus ...............Merc-subl.

Mercurius bi-iodatus ................Merc-b-iod.

Mercurius cyanatus ..................Merc-cy.

Mercurius nitricum ...................Merc-n.

Mercurius proto-iodato ............Merc-p-iod.

Mercurius sulfuratus ruber ..Merc-sulf-rub.

Mercurius sulfuratus niger...Merc-sulf-nig.

Mercurius bromatus .................Merc-brom.

Melibdenum ..............................Melibed.

Mephitis putoris ........................Meph-p.

Mesereum .................................Mes.

Mimosa humulis .......................Mim-h.

Mimosa asperatas .................... Mim-asp.

Mikania officinalis .....................Mik-off.

Millefolium ................................Mill.

Mirabils jalapa ...........................Mir-jal.

Monœsia officinalis ...................Monœ.

Monocerso ................................Monoc.

Morphina ..................................Morph.

Moschus ....................................Mosch.

Murex purpurea ........................Murex.

Morea alba ................................Mor-alb.

Morea nortiana ..........................Mor-nor.

Muriatis acidum .........................Mur-ac.

Morphium ..................................Morph.

Morphium aceticum ................Morph-acet.

Morphium sulfuricum ................Morf-s.

Myristica sebifera .......................Myr-s.

Naphtha nitri .............................. Naph-n.

Naphtha vitrioli ...........................Naph-v.

Natrum carbonicum ....................Natr-carb

Natrum muriaticum.....................Natr-mur.

Natrum nitricum .........................Natr-nit.

Natrum sulfuricum.......................Natr-s.

Nasturtium  aquaticum .............Nast-aquat.

Nectandra puchury ......................Nec-puch.

Niccolum carbonicum ..................Nec-c.

Necotiana spuria .......................Nec-sp.

Nitri acidum ..................................Nitri-ac.

Nitrum ...........................................Nitr.

Nux moscata.............................,Nux-m.

Nux vomica ...............................Nux-vom.

Nux juglans ...............................Nux-jug.

Ocimum canum ........................Ocim.

Oleander ..................................Olean.

Oleum animale .........................Ol-an.

Oleum jecoris morrhue.............Ol-jec.

Oniscus  asellus ........................Onis-as.

Ononis spinosa .........................Onon-spi.

Osmium ....................................Osm.

Opium .......................................Op.

Pæonia ......................................Pæo.

Paris quadrifolia .......................Par-qua.

Paullinia pinata ........................Paul-p.

Passiflora lorefolia ...................Pass-lor.

Pescidia erythrina ....................Pesc. ery.

Pediculus capites .....................Ped.

Petiveria tetandra ....................Pet-tet.

Petiveria mirandinus ................Pet-mir.

Penax quiquifolium ..................Pen-qui.

Petroleum ................................Petr.

Petroselinum ............................Petrosel.

Perianthopodus espelina ........Perianth

Phellandrium aquaticum ..........Phell.

Phosphorus ..............................Phosph.

Phosphorus acidum .................Phosph-ac.

Physalis alkekengi ....................Phy-alk.

Picramnia celiata .....................Picram.

Pinus silvestre ..........................Pin-s.

Piper odorifera .........................Pip-od.

Piper nigrum ............................Pip-n.

Platina ......................................Plat.

Plumbum ................................. Plumb.

Plumbum aceticum ..................Plumb-acet.

Plumbum littoralis ....................Plum-lit.

Plumeria clinus .........................Plum-al.

Plumeria alba ...........................Plum-alb.

Pothos fœtidus .........................Poth.

Polygonum hydropiper ............Poly-hydr.

Porcus spinosus .........................Por-sp.

Proiarina ..................................Proiar.

Prunus spinosa .........................Prun.

Psidium aromaticum ................Psid-aro.

Pulsatilla nigricans ....................Pulsat.

Ranunuculs acris ............................Ran-acr.

Ranunculus bulbosus .....................Ran-b.

Ranunculus flammula ....................Ran-fl.

Ranunculus repens ........................Ran-rep.

Ranunculus sceleratus ...................Ran-scel.

Raphanus sativus ...........................Raph.

Rathania .........................................Rat.

Rhabarbarbarum ............................Rhab.

Rhodhodendron chrysanthum ........Rod.

Rhus toxicodendron.........................Rhus.

Rhux vernix ......................................Rhus-v.

Rhisophora margue .......................Rhisoph.

Rosamarinus officinalis ...............Rosm- off

Ruta graveolens  .............................Rut-gr.

Rumex patiencia ...........................Rum-pat.

Rubia tinctorum ............................Rub-tinc.

Ribes nigrum ...................................Rib-nig.

Sabadilla ..........................................Sabad.

Sabina ..............................................Sabin.

Sambucus ........................................Samb.

Sanguinaria canadensis.....................Sang.

Sanguinis corvi ..............................Sang-cor.

Sapo domestico ...............................Sap-d.

Sassaparilla ......................................Sass.

Sassafras ..........................................Sassaf.

Salvia officinalis ...............................Salv-of.

Sapindus ..........................................Sapind.

Sapium aucuparium ........................Sapi-au.

Schinus antarthritica ......................Schi-ant.

Scrophularia nodosa ........................Scroph.

Secale cornutum ..............................Sec.

Sedinha .............................................Sed.

Sedum acre ......................................Sed-ac.

Selenium ...........................................Selen.

Senega ...............................................Sen.

Senna .................................................Senn.

Sepia ..................................................Sep.

Serpentaria virginiana ...................Serp-vig.

Serpolet. .............................................Serp.

Serpyllum ...........................................Serpy.

Silicea ..................................................Silic.

Sisyrinchum gala xiodes ....................Sis-gal.

Sinapis arvensis ...............................Sin-arv.

Solanum arreben  a .........................Sol-arr.

Solanum lycopersicum ....................Sol-lyc.

Solanum mammosum..............Sol-mam.

Solanum nigrum .........................Sol-n.

Solanum oleraceum ...................Sol-ole.

Solanum tuberosum ægrotans....Sol-tub.

Spigelia ........................................Spig.

Spiggurus Martini .......................Spig-marti.

Spongia marítima ........................Spong.

Squila marítima tosta ..................Squil.

Stannum ......................................Stan.

Stannas auri .................................Stan-auri.

Staphysagria ................................Staphy.

Stemodia arenaria .......................Stem-ar.

Stemodia camphorata ..............Stem-camp.

Stramonium .................................Stram.

Strontiana ....................................Stron.

Strychininum.................................Strych.

Sulfur ............................................Sul.

Sulfur acidum ................................Sul-ac.

Sulphas cupri .................................Sul-cup.

Tabacum ........................................Tabac.

Tanacetum vulgare ........................Tan-v.

Tapychinicus tanninum ..................Tap-tan.

Paraxacum.......................................Parax.

Tartarus emeticus ...........................Tart-ac.

Tartarus acidum ..............................Tart-ac.

Taxus baccata ..................................Tax.

Tabos anæmontana ......................Tab-anæ.

Terebenthina ...................................Tereb.

Teucrium marum verum ..................Teucr.

Thea sinesis ......................................The.

Theridion curassavicum ...................Therid.

Thuia occidentalis ...........................Thui-oc.

Thuia orientalis ...............................Thui-or.

Tongo.................................................Tong.

Thymus serphyllus.........................Thy-serp.

Tormentilla erecta .......................Torm-ere.

Tradescantia diuretica .......................Trad.

Trifolium aryense ...........................Trif-ary.

Tulipifera leriodredron .....................Tul-ler.

Ulmum campestris .....................Ulm-camp.

Urtica urens ........................................Urt.

Uva ursi ...............................................Uva.

Valeriana officinalis ...........................Valer.

Veneris capillus...............................Ven-cap.

Veratrum album ..............................Verat.

Verbascum thapsus..........................Verbas.

Verbena officinalis ..........................Verb-of.

Vinca menor ......................................Venc.

Viola odorata ...................................Viol-od.

Viola tricolor .....................................Viol-tr.

Vipera radi.......................................Vip-rad.

Zincum .................................................Zinc.

Zincum oxidatum ............................Zinc-ox.

Zincum sulfuricum...........................Zinc-sul.

Zincum aceticum ..........................Zinc-acet.

Zingeber officinalis ...............................Zing.